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"Mas confesso que a mim nada disso me encanta. Prefiro infinitamente um livro."

O LIVRO DE CONTOS DA AGATHA CHRISTIE

Agatha Christie é conhecida por seus romances policiais, mas isso não quer dizer que ela nunca tenha escrito um conto. A prova disso, é o livro "Poirot Investiga" que traz diversos contos da Dama do Crime, tendo como personagem seu famoso detetive Hercule Poirot. 
Todos os contos são narrados pelo inseparável companheiro de Hercule Poirot, o capitão Hastings. Confesso, que tive dificuldade em descobrir a verdade por trás dos fatos nos contos, o que me deixou bem intrigada, já que normalmente, eu descubro ou chego bem perto da verdade, devido aos diversos livros que já li da autora. Mas vamos conhecer um pouco de cada conto.

" Só porque você é apaixonado por algo, não quer dizer que seja bom naquilo. Mas isso não quer dizer que você deve desistir."

O livro “ABCDELAS“, de autoria da escritora e ilustradora Janaina Tokitaka, lançado da Companhia das Letrinhas, traz personalidades femininas históricas para ilustrar cada letra do alfabeto trazendo de forma lúdica as histórias dessas mulheres para os pequenos e ainda homenageando cada uma delas.
Muitas tiveram contribuições importantes para a história da humanidade, porém, não tiveram o reconhecimento.


"(...) Continuemos. Tenciono contar a minha história. Difícil. Talvez deixe de mencionar particularidades úteis, que me pareçam acessórias e dispensáveis. Também pode ser que, habituado a tratar com matutos, não confie suficientemente na compreensão dos leitores e repita passagens insignificantes. De resto isto vai arranjado sem nenhuma ordem, como se vê. Não importa. Na opinião dos caboclos que me servem, todo o caminho dá na venda." Pg. 9 e 10.




"Levantei-me há cerca de trinta dias, mas julgo que ainda não me restabeleci completamente. Das visões que me perseguiam naquelas noites compridas umas sombras permanecem, sombras que se misturam à realidade e me produzem calafrios."pg.5


A jornada extraordinária e épica de um país atrasado do século 16 para se tornar um país atrasado do século 21. 



Sim, é um livro de história. 
Sim, é um livro de comédia. 
Só não é mais engraçado, porque os palhaços nesta comédia somos nós: o povo brasileiro
Porque a nossa história, quando analisada friamente, é uma verdadeira piada. 

O autor, o jornalista Ricardo Mioto, não tem a menor pretenção de dar uma aula de história, esta mais para uma conversa na mesa de bar com um amigo, onde nós vamos passar por cada trecho da nossa história - do descobrimento até mais profundamente o movimento do Diretas Já e os primeiros anos de Fernando Cardoso e Lula como presidentes - e mostrando como é ridícula a nossa situação DESDE SEMPRE! 

Você acha que o Brasil é uma zona hoje? ELE SEMPRE FOI! 
É neste momento que você lembra daquela célebre frase que diz que "Quando uma coisa começa errada, ela tende a continuar errada". 

A condição feminina e a violência simbólica


Sou ré confessa que comecei a ler este livro e apaguei em pouco mais de 40 páginas.
Tamanha a dificuldade em entender o que estava escrito nestas páginas, que mais pareciam saídas de uma tese de doutorado.
Comecei a ver um homem, me explicando por que raios a sociedade, como um todo, valoriza tanto o discurso masculino... porque a mulher tem uma posição de inferioridade na sociedade e blá blá blá.



Pensei:

PQP! Mansplaining total!!! 



Mas eu não desito fácil, e como jornalista eu fui tentar entender o que raios esse homem estava dizendo, e por que raios uma editora como a Record iria publicar um livro com mainsplaining, indo COMPLETAMENTE contra toda essa onda feminista que vem surgindo nos últimos anos. 

Afinal, estamos falando a editora que lançou um KIT GAY MANO!!! 



NÃO FAZIA O MENOR SENTIDO, CONCORDA? 

Então, a errada deveria ser eu. 
E lá fui eu procurar por resposta. 



"(...) E durante todos esses anos, eu só senti ódio por ele! Ai, meu Deus! Quem o teria matado? Quem ...?"

Quando Margareth desafiou a irmã Agatha a escrever um romance, ela nunca poderia imaginar que a irmã se tornaria uma das mais famosas escritoras do mundo, escrevendo mais de 94 livros policiais e ganhando o título de Dama do crime. 

Preparados para conferir a resenha do primeiro livro de Agatha Christie? 


Segundo a mitologia grega, Hades (deus do mundo inferior) raptou a filha de Deméter (a deusa da colheita) enquanto esta colhia narcisos com as ninfas, e a levou para seus domínios no submundo. A deusa, muito triste com o desaparecimento da filha, descuidou de seus afazeres, levando a população a uma grande estiagem de alimentos. Deméter descobriu que Hades havia raptado Perséfone, e junto com Hermes foi até o submundo com o intuito de libertar a filha. Porém, Perséfone já havia comido seis sementes de romã nos domínios de Hades, o que mostrava que ela não havia rejeitado completamente o deus.

Dessa forma, um acordo foi firmado, onde ela passaria metade do ano com a mãe, e metade do ano com Hades no submundo.

Quando Perséfone visita Deméter, os mortais são abençoados com dias quentes e fartura de alimentos (verão e primavera), porém, quando ela volta para os domínios de Hades e torna-se a rainha do submundo, começa o período de seca e frio (outono e inverno) 
Eis a explicação grega para as estações do ano. 


Sabe aquele livro que você quer aplaudir de pé?
É sério! Eu queria saber o que os caras do prêmio Nobel estão lendo, que ainda não deram uma medalha pro David Levithan por esse livro. Não acredita, né? Acha que eu estou exagerando? Então confere a resenha completa no vídeo abaixo.

Um livro para encantar crianças e adultos. 


Quando esse livro chegou em minhas mãos, eu confesso que achava que seria um livro bonitinho e "bem acabado" pela editora, mas eis a minha surpresa quando me peguei lendo a história de várias mulheres, que eu já "burra velha", não conhecia! 


Olha eu aqui saindo da minha zona de conforto, e me aventurando pelas leituras em gêneros diferentes. Dessa vez vamos falar sobre o livro "Fallen", que recentemente foi adaptado para o cinema, e em breve estará aqui no blog na nossa coluna de adaptações.


A saga da família Buendía é contada nesta fascinante história do escritor colombiano Gabriel García Márquez. A maneira como ele envolve o leitor através de reviravoltas e na brincadeira com os nomes dos familiares  ao longo do período de 100 anos é fantástico.  
(Todos os homens se chamam José Arcadio, Arcadio José, Aureliano, Aureliano José, e por aí vai... chega uma hora que você fica meio perdido com tantos nomes).
Não tem como você ler este livro, e instintivamente, não ir anotando e montando a árvore genealógica da família.
O enredo é muito bem desenvolvido e é impossível parar de ler; não é à toa que o livro ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1982.
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